Um estudo apresentado no Congresso Mundial de Cardiologia trouxe uma boa novidade aos homens casados: o matrimônio pode colaborar com o coração – literalmente. Para os solteiros, no entanto, o prognóstico não é tão positivo, já que evitar o casamento aumenta em duas vezes as chances de morrer em cinco anos por insuficiência cardíaca.
A pesquisa trouxe evidências de que o sexo e o estado civil podem exercer influência direta no risco de doenças cardíacas.
Um estudo publicado na Brazilian Medical Students Journal apontou que, no Brasil, a insuficiência cardíaca é responsável por uma elevada taxa de internações e óbitos, que gera um alto custo ao sistema público.
De 2015 a 2020, foram registrados 1.212.249 internações e 134.703 óbitos pela condição.
Vale ressaltar que a insuficiência cardíaca acontece quando o músculo do coração fica muito fraco ou rígido para bombear o sangue ao restante do corpo.
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